Publicado por: otaodabiologia | 04/06/2009

A farsa do aquecimento global – uma breve introdução

O texto abaixo refere-se a uma dissertação que apresentei na Faculdade de Tecnologia  de São Paulo (Fatec). O tema é um tanto quanto delicado, pois aniquila toda fundamentação científica que sustenta o movimento ambientalista atual.

Meu propósito não é afirmar que não devemos nos preocupar com o meio ambiente, muito pelo contrário, a intenção é a de que todos desenvolvam o senso crítico necessário a todo e qualquer julgamento. A dissertação abaixo não entra nos detalhes técnicos do problema, o que será feito em uma série de artigos que publicarei aqui no blog, demonstrando por meio de gráficos tudo o que foi levantado na mesma. Assim, a ideia desse texto é dar início a uma discussão sobre as reais causas do aquecimento global, pois mesmo que o ambiente deva ser protegido, a verdade sempre deverá prevalecer. Boa leitura e até os próximos artigos.

A derrocada do aquecimento global

Nunca se verificou em toda a história da humanidade tamanha preocupação com o meio ambiente. O movimento ambientalista surgido na década de 60 tomou vulto mundial e já é reconhecidamente um dos maiores movimentos populares do planeta. Uma das maiores preocupações dos ambientalistas, o aquecimento global, provoca acirradas discussões tanto no meio acadêmico como no meio político-econômico, além de estar modificando a forma de pensar e agir de toda a população. Mediante tais fatos, quais serão os argumentos que sustentam a teoria do aquecimento global, contrapondo a ação humana ao meio ambiente? Até onde os interesses pessoais e empresarias têm impacto no comportamento global da sociedade? Essas e outras questões são hoje alvo de uma importante análise crítica imparcial e aprofundada frente às novas evidências que vêm sendo divulgadas por parte da comunidade científica.

A década de 60 foi marcada pelo descobrimento dos problemas ambientais, dando origem, na década seguinte, a um intenso confronto entre os defensores do meio ambiente e os então causadores de tais problemas: as grandes indústrias. Somente na década de 80 os governos passaram a fiscalizar tais indústrias por meio da criação de órgãos oficiais de controle ambiental. Ao final da mesma década foi criado o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, do inglês Intergovernamental Panel on Climate Change) pela Organização das Nações Unidas, em parceria com a Organização Meteorológica Mundial, para fornecer informações científicas, técnicas e sócio-econômicas para o entendimento das mudanças climáticas que pareciam estar ocorrendo.

Atualmente, a maior discussão encontrada em qualquer meio de comunicação está relacionada ao aquecimento global. Tal fenômeno refere-se ao aumento da temperatura média dos oceanos e do ar próximo à superfície da terra que vem se verificando nas últimas décadas. O principal ponto argumentativo para o aquecimento global é que este é diretamente decorrente do aumento dos níveis de gás carbônico (CO2) na atmosfera terrestre. Tal aumento, de acordo com os responsáveis pelas pesquisas, teve início com a segunda Revolução Industrial, ainda no século XIX, a qual introduziu motores a combustão aos meios de produção. Entretanto, somente nas últimas décadas do século XX, pôde-se verificar uma elevação da temperatura média do planeta mais acentuada.

Todavia, existem muitos pontos de discordância em relação aos dados apresentados pelos cientistas do IPCC com dados obtidos por outros cientistas que afirmam não haver nenhuma correlação entre os níveis de CO2 na atmosfera e o aquecimento global. Dentre tais cientistas, destaca-se o Dr. Bjarne Andresen, professor do Niels Bohr Institute da Universidade de Copenhague. Segundo ele, é irrelevante considerar uma única temperatura para o planeta, sendo que esta é dada como uma temperatura média, uma vez que se trata de um sistema complexo. Ou seja, é tão inútil utilizar uma temperatura global média quanto usar um número telefônico médio produzido a partir de uma lista telefônica.

A proposição do Dr. Bjarne Andresen está baseada no argumento de que uma temperatura média não retrata a realidade da temperatura do planeta, uma vez que existem diversos microclimas com características próprias. Assim, por exemplo, em uma cidade onde o verão caracteriza-se por apresentar temperaturas que atingem os 40oC e no inverno atingem 0oC a temperatura média dessa cidade seria igual a 20oC. Se fizéssemos uma viagem a esta cidade, cuja temperatura média anual é igual a 20oC, ou seja, uma temperatura amena, correríamos o risco de passar muito frio ou muito calor, pois a possibilidade de estarmos com roupas devidamente adequadas não é muito alta.  Agora tome o planeta Terra, onde existem regiões cuja temperatura atinge valores iguais a -70oC, como no Ártico, e, do contrário, regiões onde o calor atinge mais de 50oC, como no deserto do Saara. Nesse exemplo, temos uma variação de 120oC. Até onde um aumento na temperatura média da Terra em torno de 2oC poderia ter consequências significativas em um sistema que tem seus pontos máximos e mínimos distando mais de 120 unidades? Até a mais básica análise estatística mostraria que essa variação é insignificante.

Uma das características inerentes ao ser humano é seu poder de acreditar que o planeta é algo imutável no tempo. A problemática está diretamente relacionada ao tempo de vida médio de um ser humano, a qual é, em boas condições, de aproximadamente 70 anos, o que não o permite acompanhar as variações climáticas do planeta. A variação de temperatura, por exemplo, é algo que ocorre desde os primórdios da Terra, ou seja, tal mudança na temperatura é algo natural e não é a primeira vez que ocorre. Alguns séculos atrás, ainda na Idade Média, houve uma elevação radical da temperatura, entretanto, a humanidade ainda nem sonhava em construir indústrias, carros e aviões. Tudo isso é comprovado cientificamente por estudos glaciais, uma vez que as camadas de gelo deixam um registro perfeito de como era o clima nos tempos remotos. Se nessa época houve um aumento de temperatura, o qual estava muito próximo do atual, como pode ser explicado se a ação antrópica ainda não se fazia presente pela emissão de gases do efeito estufa, como o CO2 ? Algum outro fator deve ser o responsável direto por tal aquecimento.

As evidências mais diretas para o aquecimento global são as de que o Sol está apresentando uma maior atividade nas últimas décadas. Essa atividade é quantificada pelo número de manchas solares observáveis pelos astrônomos e têm sido registradas há séculos. Tais manchas nada mais são do que explosões que ocorrem na superfície solar e se caracterizam por um intenso campo magnético e uma emissão de grandes quantidades de partículas eletricamente carregadas, as quais formam os ventos solares. Essas partículas diminuem a formação de nuvens na Terra por deslocar parte dos raios cósmicos, os quais ao atingirem a atmosfera terrestre, reagiriam com as moléculas de vapor de água proveniente dos oceanos, e dariam origem as nuvens. Com menos nuvens no céu, menos radiação é filtrada para o espaço, provocando então um aumento de temperatura.

Os cientistas possuem registros da quantidade de manchas solares dos últimos 500 anos, aproximadamente. Ao se comparar a variação da quantidade de manchas solares observadas anualmente com a variação da temperatura, podemos notar uma incrível relação entre elas, com um aumento mais acentuado da temperatura quando há um maior número de manchas solares e, do contrário, de uma redução da temperatura quando os números de manchas solares observadas é menor. Por outro lado, quando realizamos uma comparação entre o aumento dos níveis de CO2 na atmosfera com a elevação da temperatura, verificamos que existe uma defasagem de aproximadamente 800 anos entre a data de aumento do CO2 com a consequente elevação da temperatura. Assim, se hoje estamos enfrentando um aumento da temperatura terrestre, esta nada mais seria do que a consequência direta do aumento dos níveis de CO2 800 anos atrás, ou seja, aproximadamente no século XIII, ainda era medieval, o que impossibilita a manutenção da tese de que o CO2 é o responsável pelo aquecimento global.

Ainda em relação à acusação do CO2 como sendo responsáveis pelo efeito estufa, as mesmas relações citadas acima nos permitem concluir o inverso: não só há uma defasagem de tempo entre o aumento da temperatura e o aumento de CO2 na atmosfera como também podemos concluir que o aumento da temperatura provoca o aumento de CO2 na atmosfera, ou seja, a premissa de que existe uma íntima relação entre CO2 e a temperatura é verdadeira, contudo é inversa. Ao estudá-los sem muita profundidade, pode-se perceber claramente que primeiro ocorre o aumento da temperatura para, algumas centenas de anos depois, verificar-se o aumento da concentração de CO2 na atmosfera. Estranhamente, até mesmo um aluno de ensino médio poderia perceber tal discrepância, todavia, nenhum cientista que defende o aquecimento global antropogênico delegou um minuto de sua atenção a tal evidência. Os que o fizeram, hoje atuam com mais cautela e não afirmam, de forma alguma, que o CO2 é o causador do aquecimento global.

Outra importante evidência que contrapõe os dados apresentados e defendidos pelos ambientalistas, e até mesmo pela comunidade científica integrante do IPCC, é o derretimento das calotas polares. Eventos catastróficos, muitas vezes cataclísmicos, como ondas gigantes que invadem os continentes dizimando milhões de vidas são muito comuns como forma de apelo à causa. Filmes como “O dia depois de amanhã”, que retratam as consequências do aquecimento global não possuem a menor base científica e têm por objetivo vender uma imagem de que eventos como esses são cientificamente passíveis de ocorrer pela ação humana. Não aprofundando em detalhes técnicos, somente a queda de um meteoro poderia provocar uma onda com tamanha amplitude. Até mesmo o tsunami ocasionado por um maremoto de 9.0 pontos na escala Richter no Oceano Índico em dezembro de 2004, um dos 5 maiores já registrados, não produziu, nem de perto, uma onda semelhante àquela apresentada pelo filme. Vale lembrar que o maremoto foi tão devastador que matou mais de 170 mil pessoas, deslocou o eixo da Terra em 2,5 cm além de tê-la tornada mais esférica.

As calotas polares, assim como todas as estruturas geológicas terrestres, não são estáticas. A aparência estática das formações geológicas deve-se ao fato de observações temporais pequenas, frente ao seu tempo de formação e evolução. Trata-se, na verdade, de um equilíbrio dinâmico, em que ocorre a expansão da área congelada e sua contração logo a seguir. Exemplo disso é o fato de que a região dos bosques russos conhecida como permafrost, nome dado pelo fato de está permanentemente congelada, derreteu mais do que o observado nos dias atuais há 8.000 anos. Um dos mais proeminentes defensores da tese de que as calotas polares estão em constante expansão e contração é o professor Syun-Ichi Akasofu, do Centro Internacional de Investigação Ártica, no Alasca. Segundo ele, o aumento das notícias de quedas de enormes blocos de gelo é devido a um maior monitoramento das calotas, o qual hoje é realizado por meio de satélites. Ao se analisar as imagens de satélite do avanço e contração das calotas polares do Ártico durante toda a década de 90, verifica-se que tal expansão e contração, além de possuir uma grande amplitude, é natural, assim como é natural as folhas caírem das árvores durante o outono.

Além das evidências científicas que demonstram não haver uma correlação direta entre CO2 e o aumento da temperatura terrestre, devemos levar em consideração quais os fatos que deram origem a todo esse movimento ambiental que hoje é responsável pela mobilização de inúmeras partes da sociedade mundial. Um motivo razoável, mas que ainda necessita ser estudado em mais detalhes, é a queda do comunismo. Com o desmantelamento político do comunismo, representado no ocidente pela queda do muro de Berlim, muitos ativistas pró-comunismo viram-se órfãos politicamente. Uma das formas de canalizar seus esforços e retomar o mesmo movimento anticapitalista foi adotando a causa ambiental, visto que o CO2 é a representação máxima do desenvolvimento industrial e, por conseguinte, do capitalismo. Tal paralelismo não reside apenas no universo das ideias de ambos os movimentos. Ambos podem ser vistos como complementos ordenados temporal e localmente, dando ao segundo movimentos as características primordiais do primeiro, embora ajustado a uma nova realidade sócio-política.

Estranhamente, governos de direita conservadores, como o de Margaret Thatcher, em um incomum sincretismo político, também utilizaram os apelos ambientalistas contrários às emissões de CO2 para promover sua agenda. Em particular, Thatcher valeu-se das investidas contra o CO2 para persuadir o governo a implementar uma política energética nuclear, a qual, embora divulgado pela mídia como não produtora de gases do efeito estufa, na verdade emite CO2 em uma das etapas de produção do combustível nuclear, mas não pode nem de perto ser comparado à queima dos combustíveis fósseis como o petróleo e o carvão. Naquela época, a Inglaterra enfrentava uma série de conflitos sociais, entre eles uma forte greve dos mineiros. Como o governo não confiava nos países produtores de petróleo do Oriente Médio, a alternativa mais evidente para evitar um colapso energético foi unir todos os eventos e justificar a implantação de uma política energética nuclear pela preocupação com o meio ambiente, o que evitou um choque maior com a sociedade e um possível comprometimento internacional com os países do Oriente Médio exportadores de petróleo.

Como podemos perceber, existem pressões políticas de ambos os lados para que se justifique o aquecimento global antropogênico. Expressão clara disso é o Protocolo de Kyoto, compromisso que entrou em vigor em 16 de fevereiro de 2005 e que tem por objetivo reduzir as emissões de gases do efeito estufa em pelo menos 5,2% em relação aos níveis de 1990, nos período entre 2008 e 2012. Ao não aceitar tal protocolo alegando prejuízos à sua economia e falta de evidências científicas que comprovassem o verdadeiro papel do CO2 para o aquecimento global, os Estados Unidos da América ouviram um forte rugido mundial, junto com outros países que também não haviam aceitado tal compromisso, como a Austrália. Diante da pressão mundial constante, o então presidente na época, George Bush Jr., assinou o acordo e entrou para o rol mundial de países preocupados com as mudanças climáticas. Seu sucessor, o então presidente Barack Obama, defendia a adesão dos Estados Unidos da América ao acordo já em sua campanha rumo à Casa Branca.

Afinal, sendo todas as premissas causadoras do aquecimento global falsas, qual é o verdadeiro intuito de tal movimento? Como o mesmo se mantém diante as mais poderosas empresas e governos do mundo, de forma a convencê-los daquilo que eles mesmos questionavam ser contraditório? Evidentemente existe muito mais em jogo hoje em dia. A quantidade de pessoas e empregos ligadas diretamente aos efeitos do aquecimento global são tão grandes que, se todo o movimento perdesse sentido a economia seria seriamente prejudicada. Além disso, uma revolta social certamente se instalaria, provocada por setores do movimento que se sentiriam mais prejudicados com seu fim justificado cientificamente.

Por outro lado, mesmo sem um fundamento científico consolidado, o movimento anti-carbono trouxe mudanças positivas para aqueles setores da economia com poder de rápida adaptação. A Tecnologia da Informação viu-se quase que completamente imersa nessa situação. Novos processadores são projetados com uma capacidade muito maior de processamento e uma redução drástica no consumo de energia elétrica – verifica-se uma redução em até 40% do consumo de energia – o que é muito favorável às empresas, pois reduz seus gastos com energia em duas frentes: reduzindo o consumo de energia pelos computadores diretamente e, indiretamente, pela diminuição com gastos de refrigeração.

Além disso, a necessidade de pesquisas para o desenvolvimento de novas tecnologias ambientalmente corretas faz o capital fluir entre o governo e as instituições privadas. Hoje, a verba para pesquisas climáticas é dezenas de vezes maior do que alguns anos atrás. Não obstante, o desenvolvimento de novas fontes energéticas se faz necessário não pelas premissas já levantadas, mas pela necessidade de alternativas renováveis que possibilitem o crescimento econômico dos países subdesenvolvidos e em desenvolvimento, além de permitir a manutenção do crescimento dos países já desenvolvidos. A diversificação da matriz energética deve ser encarada como uma política de segurança nacional, pois a dependência de uma única fonte energética é fortemente problemática, visto que qualquer variação nessas fontes, como secas, no caso das hidrelétricas, ou escassez de petróleo, reverbera diretamente na população, diminuindo os empregos, o que pode vir a ser um drástico evento econômico.

Em particular, o Brasil conseguiu reduzir a dependência energética em relação ao petróleo na área automobilística ao retomar o projeto dos anos 80 de produzir álcool combustível a partir da cana-de-açúcar. Naquela década, ainda se sentia os efeitos colaterais do choque do petróleo dos anos 70, o que fez com que o valor do barril atingisse níveis muito elevados. A fim de evitar um maior comprometimento da economia, uma vez que a principal região do planeta exportadora de petróleo é, ainda hoje, uma das áreas mais instáveis politicamente, o Pró-Álcool entrou em cena. Entretanto, devido ao atraso tecnológico apresentado pela indústria automobilística brasileira, foi engavetado por mais de uma década. Somente a possibilidade de um iminente desastre ambiental causada pelas altas emissões de CO2 fez com que enormes investimentos fossem canalizados para o desenvolvimento de mecanismos que possibilitassem a retomada da produção de álcool combustível em grande escala.

Nesse contexto, a indústria brasileira saiu fortalecida, assim como a população, pois o álcool combustível apresenta um valor mais baixo que a gasolina. A relação entre os dois valores deve se manter relativamente constante, uma vez que o álcool possui um rendimento energético aproximadamente igual a 70% em relação à gasolina. Assim, para se tornar compensatório financeiramente, o valor do álcool deve ser proporcional a esse rendimento, ou seja, a priori, o álcool sempre será, no mínimo, 30% mais barato que a gasolina. Todavia, existem pontos negativos, não em relação ao uso do álcool em si, mas em relação às condições de semi-escravidão a que os trabalhadores rurais são postos. Algo inadmissível há décadas, mas passivamente aceito pela sociedade brasileira. Por conseguinte, os países europeus já divulgaram que não importarão álcool brasileiro enquanto tal situação não for resolvida.

Diante do exposto, podemos acreditar que a preocupação do homem não é de salvar o planeta em si, mas sim a própria existência humana. A Terra já passou por eventos inúmeras vezes mais drásticos que o aquecimento global, seja qual for a sua causa, como terremotos que deram origem às grandes cordilheiras e montanhas, modificando toda a paisagem, erupções vulcânicas jamais pensadas, queda de meteoros que exterminaram os dinossauros, possibilitando a ascensão e evolução do Homo sapiens, inversão dos pólos magnéticos, dentre outros. Ao vincular o padrão de crescimento das economias a uma catástrofe anunciada, o movimento ambientalista das últimas décadas pode sofrer danos colaterais não calculados, visto que estamos em uma nova era do conhecimento, em que a informação flui com uma velocidade provavelmente não pensada nos anos 80. Caso confirmadas as verdadeiras causas do aquecimento global como um ciclo natural, os ambientalistas radicais de hoje serão lembrados como figuras da ingenuidade humana perante a natureza daqui algumas décadas.

Antonio Carlos Martinho Junior

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Responses

  1. Muito bom esse texto. Assunto muito interessante.

  2. Texto esclarecedor que põe em evidência o quanto podemos ser manipulados por organismos e meios de comunicação.

  3. Aguardamos por mais!

  4. Bem me parecia, era estranho a forma como era relatada toda a situação.
    Parabéns por mais um relato com tamanha sapiência.

    Abraço
    Ferradela

  5. Excelente texto! Muito claro e coerente! Parabéns

  6. […] artigo anterior (A farsa do aquecimento global – uma breve introdução), fiz um breve levantamento das evidências que demonstram não haver relação entre o CO2 e o […]

  7. Muito bem dito!
    Além de se há de fato um aquecimento global, vale ressaltar o exagero que há por de trás disso. Coisas como o mundo todo irá queimar sob o calor e que o aquecimento global é algo generalizado. Aliás, citei isso em um post do meu blog. O seu texto está muito bom, e muito bem escrito. Parabéns!

  8. olha, muito bom parabens, faz sentido todas essas afirmaçoes, é de se analizar todos os fatos.

  9. Parabens teus artigos são bem embasados. Copiei alguns artigos e reproduzi no meu blog(com indicativo de autoria e endereço) pois acho de muito boa qualidade e merecem ser ampliados…espero que nao se incomode.


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